Exploração ilegal do ouro e diamante: A importância na movimentação econômica e trabalhista de Minas Gerais

Na última segunda-feira (21), a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da ALMG (Assembléia Legislativa de Minas Gerais) se reuniu em audiência pública para discutir uma solução para o problema que envolve a legislação ambiental e atrapalha diversas famílias que buscam por sustento e que vivem em uma região onde a mineração sempre foi tradição no estado de Minas Gerais.

Segundo a Policia Federal, foi iniciada neste ano mais precisamente no mês de abril uma operação que acabou com alguns garimpos de ouro e diamante nas margens do Rio Jequitinhonha, na proximidades de Diamantina e Couto de Magalhães que estão situadas na região central. A operação que visa combater á exploração ilegal de pedras preciosas conseguiu prender alguns garimpeiros e destruir equipamentos utilizados e suspensão dessas atividades no local. A Policia Federal relatou que os garimpos estavam degradando os rios e os seres vivos existentes nele e também apontou que o garimpo é a profissão que gera renda e emprego nessas regiões porém é uma exploração ilegal.

O Prefeito de Diamantina, Juscelino Roque afirmou que é possível conciliar o garimpo sempre se preocupando com a sustentabilidade ambiental, além disso levantou a importância do garimpo na visão histórica do município sempre frisando que o garimpo traz uma enorme movimentação econômica tanto para as cidades quanto para o estado e também salientou como é importante que garimpeiros, associações e cooperativas se unam.

Outros nomes de importância que ficaram indignados com a interrupção dos garimpos foram os vereadores Djalma Coelho e Marcos Fonseca e o Presidente da Câmara Municipal Edivan Soares que também sobrelevaram os impactos sociais e econômicos que a interrupção dos garimpos poderia ocasionar. segundo eles o garimpo hoje e imprescindível para a subsistência de mais de 2 mil famílias e que a interrupção do garimpo causou um detrimento total a essas famílias.